Lendo alguns artigos no Site da GTS Telecom , resolvi retirar alguns e postar ,por achar eles interessantes para quem trabalha de um modo geral com a area comercial .
São artigos de varios autores ,a quem daremos os créditos com muito prazer e obrigação.
MARKETING
Marketing Pessoal – Construindo sua Marca
Tom Coelho
“Não me preocupo tanto com o que sou na opinião dos outros,
quanto o que sou na minha própria opinião;
gostaria de ser rico de mim mesmo e não por empréstimo.”
(Michel de Montaigne)
Há tempos que os conceitos de marketing vêm sendo aplicados na gestão de imagem e planejamento de carreira das pessoas. Aliás, acredito que esta é uma das tendências irreversíveis dentro da nova dinâmica vigente na sociedade moderna. É comum ouvirmos a expressão: “Somos todos vendedores”. E para triunfar no jogo do universo corporativo é necessário antes de tudo vender a nós mesmos.
A proposta deste ensaio é levar você a compreender que uma marca não nasce, mas sim é construída. E que uma marca pessoal é conseqüência de um processo de diferenciação.
O que é Marketing Pessoal?
Marketing pode ser definido como um conjunto de estratégias e ações visando promover o lançamento, desenvolvimento e sustentação de um produto ou serviço no mercado consumidor. Transitando este conceito para o Marketing Pessoal, podemos ressaltar que seu objetivo é aumentar a aceitação e fortalecer a imagem de uma pessoa pelo público em geral ou por determinado segmento deste público.
O Marketing Pessoal significa projetar uma imagem de marca em relação a você mesmo, tomando a si próprio como se fora um produto ou serviço.
Quer fazer um teste rápido sobre o estágio atual de sua imagem de marca? Pergunte-se: “O que as pessoas pensam de mim quando se fala em meu nome?”. Será que você é reconhecido, notado em meio à multidão? Que tipo de sentimento é aflorado nas pessoas ao ouvirem falar de seu nome ou ao encontrarem você em um ambiente qualquer?
O especialista em marcas Jaime Troiano pontua: “Uma marca é a criação de um conjunto organizado de percepções (plano cognitivo) e sentimentos (plano emocional) que faz com que um determinado produto ou serviço seja mais do que apenas diferente de seus competidores. Seja único e indispensável”.
Queremos auxiliá-lo a criar a marca “Você S/A”. Transformar o self atual (como você é) no self ideal (como você deseja ser). Assim, o tutorial a seguir não tem a pretensão de ser uma cartilha régia, mas um guia em sua trajetória na elaboração de sua marca pessoal.
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
sábado, 10 de novembro de 2007
Lixo Hi-Tec

Um dos artigos mais interessante que tiva a oportunidade de ler nos ultimos temposs é o do Efraim Rodrigues para a época sobre o Lixo Hi-Tec e seu destino , segue um pequeno trecho e o link , esse artigo é muito bom.
Meu primeiro aparelho celular durou sete anos. O segundo, três anos. Na semana passada eu troquei de plano e me ofereceram um modelo novo. Agradeci e recusei. A operadora insistiu, argumentando que o modelo novo fazia uma série de coisas e era gratuito. Ao final, abriram o jogo. Eu "tinha" que trocar de modelo.
No final do primeiro semestre de 2007, o Brasil estava com 102 milhões de linhas de celulares. Assim como em todo equipamento eletroeletrônico, os celulares são de difícil reciclagem, porque encerram uma combinação de diferentes materiais. Entre as substâncias que compõem os circuitos de materiais eletroeletrônicos, estão vários metais pesados. Um estudo da Unicamp colocou circuitos integrados em contato com água, para simular o seu efeito em contato com o ambiente, e descobriu que elas liberam grandes quantidades de cádmio e chumbo. Não seria bom para a sua saúde, ter uma montanha de circuitos integrados nos fundos da sua casa, mas como trocamos de celular, TV, geladeira, entre outros, cada vez em períodos mais curtos, o lixo acaba sendo inevitável.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Web 2.0: um fenômeno demográfico?
Web 2.0: um fenômeno demográfico?
Achei este texto no Via6 e gostaria de dividir com todos , por achar ele muito interessante e relevante para o momento que vivemos quando se fala de técnologia e desenvolvimento da Internet como um todo .o texto é de autoria do Fernando Demattio é gerente de Marketing Estratégico da Siemens IT Solutions and Services, vale dar uma olhada ,vou deixar o link para que vocês possam ver o texto completo.
Estamos começando a viver uma nova fase na relação da humanidade com a Internet: a tão propalada “Web 2.0”. Muito mais do que um evento tecnológico, o movimento tem suas raízes em aspectos econômicos e sociais que estamos apenas começando a entender, mas que tem potencial para transformar o cotidiano de pessoas, empresas e instituições, tanto quanto outras ondas tecnológicas possibilitaram melhorias na qualidade de vida ao longo da história.
Ainda hoje, já com alguns anos de sucesso de plataformas de redes sociais como o Orkut ou o MySpace, nos perguntamos como as pessoas se predispõem a inserir nessas redes suas informações pessoais, ou profissionais, como é o caso do LinkedIn. O argumento de que o custo de abrir seus dados é superado pelo benefício de poder conhecer pessoas, encontrar especialistas em determinados assuntos, ou mesmo discutir tópicos de seu interesse, parece lógico.
Achei este texto no Via6 e gostaria de dividir com todos , por achar ele muito interessante e relevante para o momento que vivemos quando se fala de técnologia e desenvolvimento da Internet como um todo .o texto é de autoria do Fernando Demattio é gerente de Marketing Estratégico da Siemens IT Solutions and Services, vale dar uma olhada ,vou deixar o link para que vocês possam ver o texto completo.
Estamos começando a viver uma nova fase na relação da humanidade com a Internet: a tão propalada “Web 2.0”. Muito mais do que um evento tecnológico, o movimento tem suas raízes em aspectos econômicos e sociais que estamos apenas começando a entender, mas que tem potencial para transformar o cotidiano de pessoas, empresas e instituições, tanto quanto outras ondas tecnológicas possibilitaram melhorias na qualidade de vida ao longo da história.
Ainda hoje, já com alguns anos de sucesso de plataformas de redes sociais como o Orkut ou o MySpace, nos perguntamos como as pessoas se predispõem a inserir nessas redes suas informações pessoais, ou profissionais, como é o caso do LinkedIn. O argumento de que o custo de abrir seus dados é superado pelo benefício de poder conhecer pessoas, encontrar especialistas em determinados assuntos, ou mesmo discutir tópicos de seu interesse, parece lógico.
quarta-feira, 24 de janeiro de 2007
O que é software livre
Escrito por Vitor Costa (MadXakal)
09-Jan-2007
Quando falamos em software livre (free software), os mais leigos podem analisar o termo de forma incorreta, aceitando a palavra free como gratuito, sendo que a intenção correta seria liberdade. O software livre permite a liberdade de executar, copiar, distribuir, estudar, modificar e melhorar o software. Há quatro tipos de liberdade para os usuários do software livre, para sermos mais objetivos:
Liberdade 0: liberdade para executar o programa, seja qual for o propósito do utilizador.
Liberdade 1: liberdade para analisar o funcionamento do programa e adequa-lo às necessidades do utilizador. Podemos citar o acesso ao código-fonte como condição para que isso seja efetuado.
Liberdade 2: liberdade para distribuir cópias do programa.
Liberdade 3: liberdade para melhorar o programa, podendo distribuir as melhorias para a comunidade, fazendo com que todos sejam favorecidos disto.
Os usuários devem possuir essas quatros liberdades para que o software seja livre. Podendo distribuir cópias, tendo ou não modificado o programa, e ter a liberdade de cobrar por este ato. O autor do programa não pode anular estas liberdades, senão o programa não será livre.
Cobrar para distribuir o software livre é permitido, desde que possa copiar e modificar o software, sem ter que pedir autorização para alguém. Poderá ter certas restrições, que depende da licença utilizada. Essas licenças devem permitir as quatro principais liberdades.
Nota do autor:
Neste artigo, procurei fazer um resumo do que é o software livre. Caso esteja interessado em conhecer mais detalhadamente sobre o assunto, no site do projeto gnu poderá ler um execelente artigo em português do brasil, que aborda detalhadamente 'o que é o software livre'.
Clique aqui para acessar o artigo 'o que é software livre', encontrado no site gnu.org.
Vitor Costa, Curitiba - PR, GooInfo.Org, madxakal @gmail . com
Licenciado sob os termos da FDL (Free Documentation License)
09-Jan-2007
Quando falamos em software livre (free software), os mais leigos podem analisar o termo de forma incorreta, aceitando a palavra free como gratuito, sendo que a intenção correta seria liberdade. O software livre permite a liberdade de executar, copiar, distribuir, estudar, modificar e melhorar o software. Há quatro tipos de liberdade para os usuários do software livre, para sermos mais objetivos:
Liberdade 0: liberdade para executar o programa, seja qual for o propósito do utilizador.
Liberdade 1: liberdade para analisar o funcionamento do programa e adequa-lo às necessidades do utilizador. Podemos citar o acesso ao código-fonte como condição para que isso seja efetuado.
Liberdade 2: liberdade para distribuir cópias do programa.
Liberdade 3: liberdade para melhorar o programa, podendo distribuir as melhorias para a comunidade, fazendo com que todos sejam favorecidos disto.
Os usuários devem possuir essas quatros liberdades para que o software seja livre. Podendo distribuir cópias, tendo ou não modificado o programa, e ter a liberdade de cobrar por este ato. O autor do programa não pode anular estas liberdades, senão o programa não será livre.
Cobrar para distribuir o software livre é permitido, desde que possa copiar e modificar o software, sem ter que pedir autorização para alguém. Poderá ter certas restrições, que depende da licença utilizada. Essas licenças devem permitir as quatro principais liberdades.
Nota do autor:
Neste artigo, procurei fazer um resumo do que é o software livre. Caso esteja interessado em conhecer mais detalhadamente sobre o assunto, no site do projeto gnu poderá ler um execelente artigo em português do brasil, que aborda detalhadamente 'o que é o software livre'.
Clique aqui para acessar o artigo 'o que é software livre', encontrado no site gnu.org.
Vitor Costa, Curitiba - PR, GooInfo.Org, madxakal @gmail . com
Licenciado sob os termos da FDL (Free Documentation License)
Assinar:
Postagens (Atom)
